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Intel e saúde, saiba qual a visão da empresa sobre o setor / Hospitalar 2014

A Abertura do seminário contou com a visão da ABCIS sobre o papel do CIO, onde este deve deixar de ser um agente tático e se tornar mais estratégico, se reportar diretamente ao board da empresa, participar das decisões importantes, ser reconhecido externamente e internamente por esse papel. O primeiro a assumir o palco foi José Bruzadin da Intel. [Confira]

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A Abertura do II Seminário de Integração de Tecnologia em Saúde da ABCIS, na Hospitalar 2014, contou com a visão da associação sobre o papel do CIO, onde este deve deixar de ser um agente tático e se tornar mais estratégico, se reportar diretamente ao board da empresa, participar das decisões importantes, ser reconhecido externamente e internamente por esse papel.

Antes de falarmos sobre como a Intel atua no setor da saúde, confira um vídeo interessante produzido pela empresa, que encontramos no youtube:

[youtube]http://youtu.be/FmLJThrS9Ok[/youtube]

A primeira palestra foi realizada por José Bruzadin da Intel, que abre a discussão ao afirmar que o CIO brasileiro não tem a mesma autonomia que em outros mercados. Comenta sobre a mudança do mindset nas Telecoms após a privatização, onde o TI se tornou peça importante na estrutura organizacional, e que esse movimento Refere que apos a privatização de empresas de Telecom, o CIO ganhou mais relevância, porem na área da saúde ainda estamos no inicio desse movimento.

Bruzadin destaca o papel da Intel na saúde, onde seu maior objetivo é desenvolver um ecossistema capaz de facilitar e aumentar a eficiência das soluções criadas para o setor, com foco em tornar a entrega de saúde possível em qualquer lugar. Dentre as metas, o aumento de performance, segurança e administração dos sistemas, aumento da mobilidade, implementação da nuvem e compartilhamento de informações, além da análise de dados e big data.

Como a Intel fornece tecnologia embarcada em tomógrafos e outros aparelhos, fica um pouco mais difícil visualizar o impacto. Bruzadin cita então o exemplo de um tomógrafo com tecnologia Intel embarcada, que processa dados de maneira mais eficiente e rápida, e consequentemente reduz o tempo de exposição do paciente à radiação, aumenta a quantidade de exames realizadas pela estrutura, reduz filas, aumenta a qualidade da imagem e gera impacto econômico positivo na estrutura.

A visão da Intel sobre o setor apoia-se na matriz abaixo, onde a estratégia da empresa está em alterar o local do cuidado e as habilidades necessárias para a atenção, o que  leva a um aumento da qualidade de vida e redução nos custos.

grafico-intel-saude

Para sustentar essa visão, a empresa se apoia em pesquisas, desenvolvimentos de padrões, melhoria de politicas e estimulo à colaboração entre governos. Além disso, através da Intel Capital, a empresa investe em diversas empresas, como: Pixeon, Pacific Biosciences, XDx, CardioDX, Sotera, Basis e outras.

Reforça que os maiores desafios da saúde são:

  • Envelhecimento da população
  • Explosão de custos (aumento de 50% nos custos ate 2020)
  • Falta de profissionais capacitados
  • Ineficiência nos sistemas
  • Experiência ruim para o paciente (apontado por 45% da população brasileira)

Aponta ainda que as tendências para o setor são:

  • Uma reforma no modelo de remuneração
  • Aumento dos Investimento públicos
  • Consumerização da tecnologia
  • Transformações tecnológicas
  • Personalização da saúde

Mobilidade é sempre um assunto em pauta nos eventos de saúde atuais. Nessa esfera, a Intel é capaz de beneficiar o setor da mHealth com melhores fluxos colaborativos, dispositivos certos para cada demanda e tarefa, segurança e conectividade.

Mostra que uma das ferramentas para se combater a baixa interoperabilidade entre sistemas é o Big Data, já que a possibilidade de se estabelecer análise de dados e estruturar um bom BI (Business Intelligence) depende da comunicação entre as partes. Apresentar esse tipo de inteligência sobre os dados traz impacto financeiro positivo para a estrutura, o que estimula o desenvolvimento de plataformas que se comunicam.

Para finalizar, o Empreender Saúde (através do Dr. Fernando Cembranelli) fez a seguinte pergunta: Qual é a atual situação dos hospitais brasileiros quanto à adoção de tablets e smartphones?

Em sua resposta, Bruzadin afirma que alguns hospitais já possuem esse tipo de tecnologia implantados, porém que as trouxe para a estrutura foram os médicos e profissionais de saúde. Embora esse seja um movimento natural, já que o médicos está exposto aos produtos como qualquer consumidor, gera um grande problema quanto a segurança da informação, e que essa deve ser uma grande preocupação do CIO.

TAG: Geral mHealth